INCLUSÃO SOCIAL DO SURDO: UM DESAFIO À SOCIEDADE, AOS
PROFISSIONAIS E A EDUCAÇÃO
A inclusão dos indivíduos portadores de necessidades educativas
especiais atualmente, no Brasil, é um desafio. Neste grupo enquadram-se os sujeitos surdos. Muitas inquietações surgem, dentro deste campo de pesquisa.Várias são as dificuldades ou problemas que entravam o processo que tenta facilitar a inclusão dos deficientes auditivos do ponto de vista social. Neste ponto, destacam-se como variáveis a falta de comunicação oral, que prejudica sensivelmente o aprendizado, como também a aplicação de metodologias não contextualizadas com a realidade sócio-cultural do aluno. Não se pode desprezar a falta de preparo da maioria dos educadores que atuam nessa área. Do ponto de vista social, as dificuldades se dão em função do despreparo dos educadores atuantes em classes de ensino regular.
Grande parcela da população de pessoas com necessidades especiais vivem ainda no contexto da segregação. As barreiras humanas e sociais impõem lhes restrições ao exercício da cidadania plena, de uma vida digna, participativa.
Esta realidade social demanda de esforços do poder público, das associações e da sociedade em geral, no sentido de promover melhoria de vida de toda uma coletividade de forma igualitária e democrática.
O reconhecimento de uma sociedade, cuja base está assentada no
multiculturalismo, exige que suas instâncias sejam capazes de identificar a diversidade do seu contexto e de dar respostas aos diferentes interesses, desejos e necessidades de seus sujeitos.
No espaço educacional, verifica-se que essa diversidade, se constitui em texto escolar e o não reconhecimento dela, tem levado a reforçar a exclusão social de todos os que, por alguma razão, não conseguem se beneficiar do processo educacional.
Verifica-se, no sistema escolar, que um mundo cada vez maior de
alunos, quando não são bem sucedidos na escola, são erroneamente rotulados,
classificados como "Deficientes" e encaminhados à classes ou escolas especiais, ou, então, engrossam as estatísticas que expressam os baixos níveis de rendimento escolar.
Deste modo, evidencia-se a questão da diversidade educacional, que coloca o problema das dificuldades escolares, no âmbito da crítica de uma cultura homogênea, única e global. O que se procura destacar nessa discussão, é que por trás dessa visão cultural homogênea na verdade ocorre uma diversidade de manifestações no processo escolar, determinadas por diferenças de classes, raças, cultura, estilos de aprendizagem, comportamentos sociais, emocionais etc.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Olá Rosilene!!
ResponderExcluirNa verdade, o surdo é uma pessoa como qualquer outra, com virtudes e defeitos,com os mesmos direitos e deveres, com sentimentos, medos e sonhos. O surdo não deve ser tratado como um doente ou uma criança.
Ao se relacionar com um surdo, bom senso e naturalidade são essenciais.
Um abraço!!!
Belo trabalho
ResponderExcluirSua atividade está perfeita, sabemos que o que o portador de necessidade especial precisa é de oportunidade e ser acolhido com amor.
ResponderExcluirOlá, Rosilene,acredito que as mudanças estão nas nossas mãos, por isto que estamos, cursando uma faculdade de pedagogia, estamos buscando subsídios, para ajudar nestas mudanças, só depende de nós.
ResponderExcluirUm grande abraço, Maria Cristina.
Oi eu gostei muito da sua materia,pois na maioria dos casos a falta de instruçao leva as pessoas a ter medo daquilo que elas nao conseguem dominar e nao entendem,e dessa forma voce possibilitou conhecermos um pouco mais.
ResponderExcluir